Como a LEO Learning mantém uma cultura
de diversidade?

Nesta quarta, 14 de abril, reunimos mais de 60 pessoas na primeira LIVE com RH do ano. Debatendo o tema “Diversidade na prática: Case LEO Learning”, líderes de diferentes áreas da empresa contaram suas experiências e estratégias sobre como mantemos uma cultura de diversidade e somos referência para outras empresas.

Com DNA digital, o tema e a forma de fazer não poderiam ser diferentes: Apostamos na novidade do Instagram, a ferramenta que permite quatro pessoas conversando ao mesmo tempo. Também presenteamos todos os inscritos no evento com o acesso gratuito a websérie “Diversidade e Inclusão”, nosso lançamento no Learnigflix.

Para a LIVE, Richard Vasconcelos, nosso CEO convidou Carol Santana, Gerente de Produtos Digitais; Criz Silva, Gerente de Produção de Conteúdo, e Victor Hugo, Diretor de Arte. Por coincidência, os profissionais têm cerca de oito anos de casa e foram se desenvolvendo ao longo do tempo para chegar à liderança.

A escolha para o tema de abril foi necessária para falar com outras empresas e inspirá-las a mudar. Principalmente a partir de experiências que apresentam crescimento e amadurecimento e ajudam a construir uma cultura de diversidade e inclusão. Para facilitar esse movimento não só internamente, uma de nossas soluções é a criação de treinamentos corporativos que abrangem diferentes áreas de conhecimento.


Cultura organizacional se constrói todo dia
 
Carol Santana explica que uma cultura de diversidade e inclusão não acontece de um dia para o outro. É uma construção e combinação de atitudes e percepções dos próprios colaboradores sobre suas equipes. Garantindo, naturalmente, profissionais com diferentes gêneros, raças e outras características.

“A representatividade dos grupos veio surgindo naturalmente. Com o tempo, a gente foi evoluindo e se desenvolvendo até chegar na posição de liderança, por exemplo. As pessoas começaram a enxergar os líderes bem diferentes do que estão acostumadas”, conta.

Mesmo sem programas em processos seletivos, todas as pessoas são potenciais. Carol afirma: “A gente tem pessoas de todas as idades, de todas as raças, classes sociais, pessoas com deficiência entre outras. E não temos cotas de nenhum tipo. Escolhemos as pessoas que mais tem o perfil e as competências técnicas. Temos a vontade de fazer dar certo”, diz.

Representatividade na liderança
 
Victor Hugo Batista, contribui com esse movimento de formas distintas. Uma delas é conhecer bem os candidatos antes de contratar e sua equipe durante o trabalho. Afinal, o conhecimento técnico é fácil de analisar. O necessário é não estabelecer critério acadêmico ou social, por exemplo, forma de dar a oportunidade para pessoas de vários lugares e com diferentes histórias. “Eu que sou um homem gay, ver alguém liderando uma equipe e ter referência sobre isso faz toda a diferença”.

Criz Silva concorda com Victor. “A gente precisa ter sensibilidade para identificar talentos. Eu estou a um tempo no mercado, mas nunca tive nenhum líder negro. A diversidade se mistura com uma questão social e sociocultural”, afirma ele, que não teve referências quando o assunto é raça. Mostra com a gente, na prática, o que é representatividade para sua equipe e para o mercado.


Estratégia de igualdade e respeito

Para Richard Vasconcelos, a conversa foi necessária, pois além de mostrar como construir uma cultura mais diversa e inclusiva pensada nas pessoas, é preciso evoluir junto à sociedade. Precisamos urgentemente de mais igualdade, respeito e pluralidade nas empresas. “Esse desenvolvimento foi acidental, mas de uns anos pra cá se tornou estratégico. [Diversidade e inclusão] é uma vantagem competitiva da nossa empresa. Durante o ano, perdemos poucas pessoas, o nosso rendimento é bom e a contratação é alta”, conta.

Desconstruindo a imagem que muitos têm de um Diretor Executivo, Richard completa “Tive uma história que poucos conhecem. Sou CEO, mas sempre estudei em escolas públicas, cheguei ao Brasil sem falar português e convivi com pessoas comuns e com valores parecidos com os meus. Por isso, para mim não existiu viés inconsciente no começo da LEO”.

A seguidora da LEO no instagram, Daniela Fernanda, comentou durante a LIVE algo que representa bem a importância do bate-papo que fizemos: “Acho que deveria ser case para os profissionais de Recursos Humanos. Com empatia, equidade e oportunidade, certamente a empresa só tem ganhos. Profissionais gratos são fiéis à marca e a empresa”.

Assista o encontro completo:


Mais Diversidade e Inclusão no Learningflix

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