#Aprendizagem Exponencial
#Aprendizagem Exponencial

Aprender exponencialmente. Para debater esse conceito inovador e compartilhar caminhos e práticas que o tornem possível, a LEO Learning Brasil realizou, em parceria com a Isat Educação, o evento #Aprendizagem Exponencial, na manhã da última quarta-feira na Digital House, em São Paulo. Sucesso de público, o evento contou com a participação de mais de 100 representantes de Recursos Humanos de grandes empresas que, juntos, refletiram sobre as ideias apresentadas ao longo da manhã.

Sócio-fundador da Crescimentum e especialista em Gestão de Cultura Organizacional pelo Barrett Values Centre, Paulo Alvarenga (P.A.) conversou sobre Cultura, Liderança e Performance Estratégias no cenário Exponencial. “Para transformar o que somos e o que pensamos é preciso ir além do ponto cego em que nos mantemos presos a um modo de fazer”, observou.

Segundo P.A, somente a partir dessa ruptura é possível alavancar processos mais profundos de crescimento, abandonando a mentalidade “incremental” para adotar uma mentalidade “exponencial”.  Trata-se, portanto de uma transformação predominantemente cultural que se ancora em elementos não-técnicos como a inteligência emocional.

 

 

“A Revolução da Aprendizagem” foi o tema da palestra apresentada por Richard Vasconcelos, CEO da LEO Learning Brasil e especialista em tecnologias educacionais pela Universidade de Oxford. Em sua abordagem, Vasconcelos apresentou um raio-x preciso de um mercado em veloz transformação que não consegue ainda ser acompanhado pelas práticas da educação formal.

Em uma realidade em que dois bilhões de empregos vão desaperecer até 2030 e, ao mesmo tempo, 10% dos empregos de 1920 ainda existem, inovar é inevitável de acordo com Richard. “Atualmente, o acesso ao conhecimento está mais democrático e o modo de transmiti-lo segue se transformando. No YouTube, os chamados edutubers são um exemplo”, apontou o especialistas.

Edney Souza, diretor acadêmico da Digital House Brasil, conduziu a palestra “Cultura Digital: por que o mundo mudou?”, que entre outros pontos, tocou nos conflitos entre a chamada geração digital e a geração anterior a esta, propondo possibilidades de trocas e mentorias a fim de superá-los. Souza ressaltou que o digital transformou o mundo de lucro para propósito; de hierarquia para redes; de controle para empoderamento; de planejamento para experimentação e de privacidade para transparência.

 

 

 

No painel final, Carolina Martins, gerente de educação corporativa da Braskem e Adriano Lima, partner da Neon, somaram visões a partir de vivências distintas, a primeira em uma empresa com décadas de existência e o segundo em uma empresa que já nasceu em forte diálogo com o universo digital.

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